Ontologia

Wooly Jelly Palm

Butia eriospatha(Mart. ex Drude) Becc.

ENLR Monde (IUCN)
Pays · région · aire protégée · écorégion · biome
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Indicateurs du réseau écologique

Comment lire ce graphe

Ce graphe représente les interactions écologiques documentées entre Butia eriospatha et d'autres espèces, à partir de la base GloBI (Global Biotic Interactions, agrégation mondiale de la littérature scientifique) — source principale, complétée par d'autres jeux de données d'interactions agrégés par Ontologia. Il faut le comprendre comme une carte du savoir documenté, pas une carte de la réalité écologique exhaustive.

Limites principales

  • Incomplet. La majorité des interactions écologiques en milieu naturel n'ont jamais été publiées. Une espèce sans liens visibles n'est pas isolée — elle est probablement mal étudiée.
  • Biais publication pharmaco-agronomique. La littérature des interactions est polarisée par les enjeux économiques et sanitaires : parasitism / pathogen sur-pondéré sur les mammifères (recherche zoonoses, vecteurs), herbivory sur-pondéré sur les insectes phytophages (entomologie agronomique). À l'inverse, mutualisms, commensalisms et interactions sol/microbiote sont sous-cités. Conseil de lecture : sur les hubs mammifères ou les insectes ravageurs de culture, lire les arêtes parasitism / herbivory dominantes relativement au contexte de littérature, pas comme une mesure d'intensité écologique brute. Détails §10.1.
  • Biaisé vers les espèces étudiées. Quelques espèces (oiseaux communs, abeille mellifère, espèces modèles) concentrent disproportionnellement plus d'interactions documentées. Notre score composite ajoute un malus aux hubs de littérature pour atténuer cette dominance visuelle.
  • Interactions documentées globalement. Toutes les espèces affichées sont observées en France métropolitaine (les observations sont filtrées sur le territoire métropolitain), mais les interactions entre elles proviennent de la littérature scientifique mondiale. Une interaction documentée à l'étranger peut ne pas se réaliser à l'identique sur votre territoire. Le filtre « restreindre à ma commune » tient compte de la co-occurrence spatiale locale mais ne garantit pas l'interaction effective.
  • Sans dimension temporelle. Les variations saisonnières (migration, floraison, cycle de vie) ne sont pas modélisées.
  • Force d'interaction approximative. L'épaisseur des liens reflète le nombre de fois où l'interaction a été rapportée dans la littérature, pas son importance écologique réelle.

Comment nous sélectionnons les espèces affichées

Le graphe affiche au plus 31 nœuds par fiche (1 centre + 15 bulles depth=1 + 15 partenaires depth=2). Le serveur sélectionne intelligemment :

  • Bulles famille créées si une cascade taxonomique existe ou si ≥3 espèces directement documentées partagent une même famille — les espèces sont absorbées dans la bulle (pas de doublon visuel)
  • Espèces individuelles uniquement quand <3 dans une famille (sans cascade) — relations directes documentées
  • Pas d'espèces inférées affichées en doublon — les cascades sont représentées via les bulles famille uniquement
  • Partenaires depth=2 sélectionnés via algo priorité : candidat partagé par ≥2 docs de la famille (food web central) → reliant entre bulles → top sum_obs en dernier recours
  • Sous-types GloBI traduits en français au survol de la flèche (chasse, parasite, parasitoïde, mycorhize…)

Le toggle Profondeur 1 ↔ 2 client-side cache ou affiche les partenaires depth=2 sans refetch. Filtres règne, type d'interaction, ordres/familles, patrimoniales et commune recalculent côté serveur (slow path live ~1-2 s).

Indicateurs avancés (mode expert) : Modularité Q (Newman 2006, PNAS), communautés (Louvain, Blondel et al. 2008, J. Stat. Mech.), nestedness NODF (Almeida-Neto et al. 2008, Oikos).

Source : GloBI · TAXREF v18 (INPN/MNHN) · BDC-Statuts · Wikidata

6 partenaires écologiques documentés directement dans GloBI.

Partenaires
6
Espèces avec interactions documentées
Types d'interactions
2
Prédation, pollinisation, parasitisme…
Connectance
0.167
Densité des liens dans le sous-graphe affiché
Rang plantae
63 %
Percentile vs ensemble des plantae

Liste rouge IUCN

EN · En dangercritères A3cDécroissante
Évaluation complète
Évaluation
2025 · v3.1
Altitude
m
Profondeur
m
État de la populationExpert
Em um estudo para estimar o risco de declínio populacional para a espécie ameaçada de palmeira Butia eriospatha, Nazareno e Reis (2014), analisaram quatro populações localizadas no Planalto Ocidental do Estado de Santa Catarina, duas populações com mais de 450 indivíduos e outras duas com menos de 50. Neste estudo, as estimativas do tamanho da população indicam que em áreas de pastagem de gado, B. eriospatha provavelmente experimentará um esgotamento populacional de mais de 50% nos próximos 40 anos. Foram amostrados 920 indivíduos em uma área de 9,573 ha que compreende todo o Estado de Santa Catarina (Nazareno, 2013). As populações atuais de B. eriospatha geralmente consistem de indivíduos maduros com 100 anos ou mais, em distribuições agrupadas, conhecidas como butiazais, que às vezes são densas e extensas (Nazareno e Reis, 2014).

Menaces identifiées(4 menaces classées CMP-IUCN)

  • 1_1
    Housing & urban areas
    UnknownOngoing
  • 2_2_3
    Scale Unknown/Unrecorded
    UnknownOngoing
  • 2_3_4
    Scale Unknown/Unrecorded
    UnknownOngoing
  • 7_1_3
    Trend Unknown/Unrecorded
    UnknownOngoing
Description complète des menacesExpert
De acordo com o MapBiomas, os municípios Almirante Tamandaré (PR), Foz do Iguaçu (PR), Passo Fundo (RS) e São José dos Pinhais (PR) possuem, respectivamente, 10,53% (2052ha), 11,17% (6901ha), 6% (4698ha) e 8,55% (8096ha) de seus territórios convertidos em áreas de infraestrutura urbana, segundo dados de 2019 (MapBiomas, 2021). Em 2014, a espécie apresentava 11,94% (2149,93ha) da sua AOO útil (18000ha) em áreas de infraestrutura urbana. Em 2019, a espécie apresentava 12,26% (2205,92ha) da sua AOO útil (18000ha), o que representou um acréscimo de 0,32% (55,99ha) em áreas de infraestrutura urbana (MapBiomas, 2021). De acordo com o MapBiomas, os municípios Anita Garibaldi (SC), Campos Novos (SC), Castro (PR), Curitibanos (SC), General Carneiro (PR), Guarapuava (PR), Irani (SC), Irati (PR), Jaquirana (RS), Lages (SC), Palmas (PR), Ponta Grossa (PR), Ponte Alta (SC), Ponte Serrada (SC), São Bento do Sul (SC), São Francisco de Paula (RS) e Vargem Bonita (SC) possuem, respectivamente, 8,77% (5174ha), 9,5% (16313ha), 7,2% (18215ha), 15,87% (15078ha), 24,2% (25919ha), 11,45% (36278ha), 14,68% (4785ha), 7,97% (7970ha), 12,76% (11601ha), 16,54% (43634ha), 12,6% (19634ha), 9,07% (18639ha), 30,73% (17677ha), 28,68% (16079ha), 9,54% (4727ha), 13,61% (44436ha) e 33,75% (10118ha) de seus territórios convertidos em áreas de silvicultura, segundo dados de 2019 (MapBiomas, 2021). Em 2014, a espécie apresentava 10,68% (1922,47ha) da sua AOO útil (18000ha) em áreas de silvicultura. Em 2019, a espécie apresentava 10,9% (1961,28ha) da sua AOO útil (18000ha), o que representou um acréscimo de 0,22% (38,81ha) em áreas de silvicultura (MapBiomas, 2021). Em 2014, a espécie apresentava 10,68% (1922,47ha) da sua AOO útil (18000ha) em áreas de silvicultura. Em 2019, a espécie apresentava 10,9% (1961,28ha) da sua AOO útil (18000ha), o que representou um acréscimo de 0,22% (38,81ha) em áreas de silvicultura (MapBiomas, 2021). De acordo com o IBGE, os municípios Anita Garibaldi (SC), Cachoeira do Sul (RS), Campos Novos (SC), Castro (PR), Curitibanos (SC), Fagundes Varela (RS), General Carneiro (PR), Guarapuava (PR), Irani (SC), Irati (PR), Jaquirana (RS), Lages (SC), Palmas (PR), Ponta Grossa (PR), Ponte Alta (SC), Ponte Serrada (SC), São Bento do Sul (SC), São Francisco de Paula (RS) e Vargem Bonita (SC) possuem, respectivamente, 7% (4130ha), 8,72% (32584ha), 6,3% (10815ha), 6,24% (15800ha), 15,16% (14400ha), 7,45% (1000ha), 22,41% (24000ha), 6,52% (20647ha), 9,27% (3020ha), 9,47% (9470ha), 17,74% (16125ha), 12,49% (32950ha), 7,02% (10933ha), 12,75% (26200ha), 22,6% (13000ha), 24,08% (13500ha), 9,08% (4500ha), 17,92% (58500ha) e 19,62% (5883ha) de seus territórios convertidos em áreas de silvicultura, segundo dados de 2019 (IBGE, 2021).De acordo com o Atlas das Pastagens Brasileiras, os municípios Abelardo Luz (SC), Anita Garibaldi (SC), Cachoeira do Sul (RS), Campo Erê (SC), Campos Novos (SC), Castro (PR), Curitibanos (SC), Fagundes Varela (RS), General Carneiro (PR), Guarapuava (PR), Imbituba (SC), Irani (SC), Jaquirana (RS), Lages (SC), Lagoa Vermelha (RS), Marcelino Ramos (RS), Muitos Capões (RS), Palmas (PR), Pinhal da Serra (RS), Ponta Grossa (PR), Ponte Alta (SC), Ponte Serrada (SC), Renascença (PR), Santo Ângelo (RS), São Bento do Sul (SC), São Domingos (SC), São Francisco de Paula (RS), São José dos Pinhais (PR) e Vacaria (RS) possuem, respectivamente, 5,24% (4997ha), 24,42% (14402ha), 25,12% (93864ha), 15,71% (7527ha), 9,1% (15623ha), 7,56% (19138ha), 15,22% (14454ha), 8,37% (1124ha), 5,74% (6146ha), 5,66% (17922ha), 9,29% (1687ha), 6,67% (2175ha), 41,9% (38081ha), 46,35% (122246ha), 7,99% (10069ha), 10,48% (2407ha), 15,26% (18217ha), 14,06% (21910ha), 18,98% (8315ha), 5,4% (11093ha), 14,47% (8325ha), 5,14% (2880ha), 5,06% (2151ha), 5,43% (3690ha), 6,37% (3157ha), 5,35% (1968ha), 45,33% (148011ha), 7,35% (6954ha) e 21,77% (46243ha) de seus territórios convertidos em áreas de pastagem, segundo dados de 2019 (Lapig, 2021). De acordo com o MapBiomas, os municípios Anita Garibaldi (SC), Campo Erê (SC), Campos Novos (SC), Castro (PR), Curitibanos (SC), Fagundes Varela (RS), Guarapuava (PR), Imbituba (SC), Irani (SC), Marcelino Ramos (RS), Muitos Capões (RS), Palmas (PR), Pinhal da Serra (RS), Ponte Alta (SC), São Bento do Sul (SC) e São José dos Pinhais (PR) possuem, respectivamente, 19,58% (11546ha), 14,83% (7104ha), 6,91% (11868ha), 6,68% (16907ha), 14,61% (13877ha), 7,34% (986ha), 5,01% (15868ha), 8,46% (1536ha), 6,13% (1997ha), 9,87% (2267ha), 5,1% (6091ha), 12,4% (19323ha), 8,51% (3726ha), 10,86% (6246ha), 5,75% (2853ha) e 6,36% (6020ha) de seus territórios convertidos em áreas de pastagens, segundo dados de 2019 (MapBiomas, 2021). Em 2014, a espécie apresentava 6,17% (1111,5ha) da sua AOO útil (18000ha) em áreas de pastagem e 9,12% (1642,46ha) em áreas de mosaico de pastagem e agricultura, enquanto em 2019, a espécie apresentava 5,3% (953,32ha) em áreas de pastagem e 8,37% (1507,36ha) em áreas de pastagem e agricultura, o que representou um decréscimo de 1,62% (293,27ha) em áreas de pastagem e mosaico de pastagem e agricultura (MapBiomas, 2021). Um total de 8,93% (16,06km²) da AOO útil da espécie queimaram em 2019 [Formação Florestal (4,93%), Mosaico Agricultura e Pastagem (1,46%), Formação Campestre (1,07%), Pastagem (1,05%), Agricultura (0,42%)] (MapBiomas-Fogo, 2021).

Habitats préférentiels (classification IUCN)

  • 1_5Forest - Subtropical/Tropical Dry
  • 3_7Shrubland - Subtropical/Tropical High Altitude
Mesures de conservation recommandéesExpert
A espécie ocorre no território de abrangência do Plano de Ação Nacional Lagoas do Sul para melhorar o estado de conservação das espécies ameaçadas e dos ecossistemas das lagoas da planície costeira do sul do Brasil (ICMBio, 2018). A espécie foi avaliada como Vulnerável (VU) na Lista Nacional Oficial de Espécies da Flora Ameaçadas de Extinção (MMA, 2014). A espécie foi registrada nas seguintes Unidades de Conservação: Área de Proteção Ambiental Estadual da Serra da Esperança, Estação Ecológica de Mata Preta, Parque Estadual das Araucárias e Parque Nacional do Iguaçu. A espécie foi avaliada como Em Perigo (EN)[A4cd] na lista oficial das espécies da flora ameaçadas de extinção no Estado do Rio Grande do Sul (Rio Grande do Sul, 2014), e como Criticamente em Perigo (CR) na lista oficial das espécies da flora ameaçadas de extinção no Estado de Santa Catarina (CONSEMA, 2014). Recomendam-se ações de pesquisa, como censo e tendências populacionais, para uma compreensão totalitária do impacto do pastoreio do gado nas outras subpopulações não estudas. Ainda se recomenda cumprimento de efetividade de unidades de conservação e conservação in situ e ex situ, buscando garantir a perpetuação na natureza, pois as pressões verificadas ao longo de sua distribuição podem ampliar seu risco de extinção. É necessária legislação nacional para proteger esta espécie da coleta ilegal.
Actions de conservation (1)Expert
  • 5_1_2National level
Stress écologiques (4)Expert
  • 1_1Ecosystem conversion
  • 1_1Ecosystem conversion
  • 1_1Ecosystem conversion
  • 1_2Ecosystem degradation
Usage & commerce (5)Expert
  • 1Food - human
  • 13Pets/display animals, horticulture
  • 7Fuels
  • 8Fibre
  • 9Construction or structural materials
Niche IUCN globaleExpert

Royaumes biogéographiques

Neotropical

Systèmes (terrestre/eau douce/marin)

Terrestrial

Formes de croissance

Tree - small
Références bibliographiques (16)Expert
  1. IUCN. 2025. The IUCN Red List of Threatened Species. Version 2025-2. Available at: <a href="www.iucnredlist.org">www.iucnredlist.org</a>. (Accessed: 10 October 2025).
  2. Tropical Plants Database, Ken Fern. 2021. <i>Butia eriospatha</i>. Tropical.theferns.info. Available at: <a href="tropical.theferns.info/viewtropical.php?id=Butia+eriospatha">tropical.theferns.info/viewtropical.php?id=Butia+eriospatha</a>.
  3. MapBiomas. 2021. Projeto MapBiomas - Coleção 5 da Série Anual de Mapas de Cobertura e Uso de Solo do Brasil dados de 2019. Municípios: Cristália (MG) e Grão Mogol (MG). Available at: <a href="https://mapbiomas-br-site.s3.amazonaws.com/EstatADsticas/Dados_Cobertura_MapBiomas_5.0_UF-MUN_SITE_v2.xlsx">https://mapbiomas-br-site.s3.amazonaws.com/EstatADsticas/Dados_Cobertura_MapBiomas_5.0_UF-MUN_SITE_v2.xlsx</a>.
  4. Compêndio Online Gerson Luiz Lopes. 2021. <i>Butia eriospatha</i> (Mart. ex Drude) Becc. butia-veludo butia-da-serra. Laboratório de Manejo Florestal. Available at: <a href="https://sites.unicentro.br/wp/manejoflorestal/8126-2/">https://sites.unicentro.br/wp/manejoflorestal/8126-2/</a>.
  5. LAPIG (Laboratório de Processamento de Imagens e Geoprocessamento). 2021. Atlas Digital das Pastagens Brasileiras dados de 2019. Municípios: Abelardo Luz (SC) Anita Garibaldi (SC) Cachoeira do Sul (RS) Campo Erê (SC) Campos Novos (SC) Castro (PR) Curitibanos (SC) Fagundes Varela (RS) General Carneiro (PR) Guarapuava (PR) Imbituba (SC) Irani (SC) Jaquirana (RS) Lages (SC) Lagoa Vermelha (RS) Marcelino Ramos (RS) Muitos Capões (RS) Palmas (PR) Pinhal da Serra (RS) Ponta Grossa (PR) Ponte Alta (SC) Ponte Serrada (SC) Renascença (PR) Santo Ângelo (RS) São Bento do Sul (SC) São Domingos (SC) São Francisco de Paula (RS) São José dos Pinhais (PR) e Vacaria (RS). Available at: <a href="https://www.lapig.iesa.ufg.br/lapig/index.php/produtos/atlas-digital-das-pastagens-brasileiras">https://www.lapig.iesa.ufg.br/lapig/index.php/produtos/atlas-digital-das-pastagens-brasileiras</a>.
  6. MapBiomas-Fogo. 2021. Projeto MapBiomas Fogo - Coleção 5 da Série Anual de Mapas de Cobertura e Uso de Solo do Brasil, dados de 2019. . Available at: <a href="https://mapbiomas.org">https://mapbiomas.org</a>.
  7. Tambara, A.L., Silveira, É.C., Soares, A.T.G., Salgueiro, W.G., Rodrigues, C.F., Boldori, J.R., Ávila, D.S. and Denardin, C.C. 2020. Butiá fruit extract (<i>Butia eriospatha</i>) protects against oxidative damage and increases lifespan on Caenorhabditis elegans. 44.
  8. Heiden, G., Ellert-Pereira, P.E., Eslabão, M.P. 2020. <i>Butia</i>. Flora do Brasil 2020. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at: <a href="http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB26574">http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB26574</a>.
  9. ICMBio - Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. 2018. Portaria nº 751, de 27 de agosto de 2018. Edição 167, Seção 1. Diário Oficial da União, 29/08/2018.
  10. Rio Grande do Sul. 2014. Lista de espécies da flora nativa ameaçadas de extinção no Estado do Rio Grande do Sul. . Decreto nº 52.109, 01/12/2014, Diário Oficial do Estado do Rio Grande do Sul, 02/12/2014, nº 233.
  11. CONSEMA - Conselho Estadual do Meio Ambiente. 2014. Resolução nº 51/2014. Lista oficial das espécies da flora ameaçada de extinção no Estado de Santa Catarina.
  12. Nazareno, A.G. and dos Reis, M.S. 2014. At Risk of Population Decline? An Ecological and Genetic Approach to the Threatened Palm Species Butia eriospatha (Arecaceae) of Southern. 105: 120-129.
  13. MMA - Ministério do Meio Ambiente. 2014. Portaria nº 443/2014. Anexo I. Lista Nacional Oficial de Espécies da Flora Ameaçadas de Extinção. Available at: <a href="http://dados.gov.br/dataset/portaria_443">http://dados.gov.br/dataset/portaria_443</a>.
  14. Lorenzi, H., Noblick, L.R., Kahn, F., Ferreira, E. 2010. <i>Flora Brasileira: Arecaceae (Palmeiras).</i> Instituto Plantarum de Estudos da Flora, Nova Odessa, SP.
  15. Gavião, C.F.C., Sujii, P.S., Inglis, P.W. and Ciampi, A.Y. 2008. Análise genética em populações de Butia eriospatha (Mart. ex Drude) Becc utilizando marcadores moleculares RAPD. Embrapa, Brasília.
  16. Noblick, L. 1998. <i>Butia eriospatha</i>. <i>The IUCN Red List of Threatened Species</i> 1998: e.T38462A10114794. DOI:https://dx.doi.org/10.2305/IUCN.UK.1998.RLTS.T38462A10114794.en.
Évaluateurs & contributeurs (4)Expert
assessor
Amorim, E. & Heiden, G.
evaluator
Bicalho, M.
facilitators
Amorim, E., Fernandez, E., Jordão, L., Crispim, G., Arguello, L., Wimmer, F., Melo, P.H.A., Eppinghaus, A., Calfo, V., Gomes, M. & Heiden, G.
institutions
Centro Nacional de Conservação da Flora (CNCFlora)

Amorim, E. & Heiden, G. 2025. Butia eriospatha. The IUCN Red List of Threatened Species 2025: e.T38462A236560664. Accessed on 05 May 2026.

Répartition mondiale

Aucune observation géoréférencée avec précision suffisante (<10 km) dans GBIF pour cette espèce.

Consulter sur les bases externes

Observations & statuts

Bibliographie

Note nomenclaturale & synonymesExpert

Note nomenclaturale

TAXREF v18 — INPN/MNHN

Synonymes (4)— redirigent vers cette page

  • Butia punctataBomhard
  • Calappa eriospatha(Mart. ex Drude) Kuntze
  • Cocos eriospathaMart. ex Drude
  • Syagrus eriospatha(Mart. ex Drude) Glassman

Sources : Catalogue of Life Cross-References (synonymes) · TAXREF v18 INPN/MNHN (commentaires FR).